quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Ferramentas de código aberto


Ferramentas de código aberto costumavam ser tratadas com um olhar de desconfiança por grandes e médias empresas, chegando a ser confundidas com software grátis. Se é gratuito, logo não prestaria.

A verdade é que elas podem sim ter algum custo, sobretudo de suporte, mas apesar disso são úteis para muitas corporações e garante um ambiente aberto de desenvolvimento.
Confira uma seleção de nove ferramentas de código aberto que os desenvolvedores devem dominar para trazerem vantagens para a estrutura tecnológica e o negócio das empresas.

1 - BrowserShots
O BrowserShots é um recurso extraordinariamente simples para o desenvolvedor web ou web designer. Tudo que ele tem a fazer é ir a browsershots.org e entrar em uma URL para ver imagens de sua página web em quaisquer navegadores baseados em Linux, Windows, Mac OS X e BSD que desejar. Quase 100 versões de navegadores rodam em uma rede distribuída de computadores monitorados por voluntários do serviço.


2 - Drools
O Drools (ou JBoss Rules que tem suporte comercial da Red Hat) é um conjunto de regras que está se tornando rapidamente um completo sistema de gerenciamento de regras de negócio – e páreo duro para as grandes soluções corporativas. Praticamente, a única coisa que lhe falta (além de serviços profissionais e treinamento) é documentação suficiente.


3 - Eclipse Web
Services Tools
O complemento (plug-in) Web Services Tools para o Eclipse, em especial o Web Services Explorer, transforma a criação de solicitações Web Services tão fácil quanto preencher um formulário. É ótimo para encontrar erros (bugs) em aplicações Web Services.


4 - Hadoop e Hive
O Hadoop e o Hive são ferramentas destinadas ao processamento de grandes conjuntos de dados, na faixa de terabytes e petabytes. O Hadoop provê um framework que torna relativamente simples ter acesso a algoritmos paralelos em grandes conjuntos de dados, enquanto que o Hive permite a execução de queries tipo SQL.


5 - jQuery
A massa de desenvolvedores JavaScript, que utiliza as bibliotecas jQuery, é entusiasmada, dedicada e muito criativa, o que resulta em um festival de plug-ins. Grande parte do atrativo do jQuery pode estar em um modelo inteligente de design: toda função jQuery retorna um objeto, possibilitando a disposição de uma string de comandos em uma única linha compacta.


6 - Mono
O Mono é uma implementação em software livre do .Net Framework, da Microsoft. Crie aplicações ASP.Net, ADO.Net e Windows Forms utilizando o Visual Studio – ou codifique em C# usando o próprio IDE para Linux MonoDevelop do projeto Mono – e execute os binários resultantes em Linux, BSD, Mac OS X ou, isso mesmo, Windows.


7 - NetBeans
Enquanto a maioria dos IDEs gratuitos permaneceu estagnada ou acrescentou recursos que não eram essenciais, o NetBeans não se desviou de sua missão de fornecer aos desenvolvedores um IDE que funciona rápido e bem com múltiplas linguagens


8 - OpenStreetMap
Os dados de localização no Google Maps são gratuitos, mas você não pode fazer uso deles como bem entender. Os dados no OpenStreetMap, coletados de uma comunidade de voluntários, são gratuitos e livres. Não é preciso ser programador para colaborar com este projeto e os dados resultantes, além de criarem um mapa-múndi wiki, podem ser incorporados livremente a outras aplicações.


9 - WebKit
O WebKit é a infraestrutura que faz a renderização do iPhone, Android, Palm Pre e muitos aparelhos da Nokia. Será que os desenvolvedores vão desperdiçar tempo com kits de desenvolvimentos (SDK, da sigla em inglês) nativos do iPhone, Android, Palm e outros se podem cobrir múltiplas plataformas com o WebKit e tecnologias web padrões? O futuro do desenvolvimento móvel pode estar neste software.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Para descontrair..

Estava visitando o blog Para de mimimi, de fato um blog para momentos de descontração e reflexões nada profundas, apenas cotidianas. 

Vale a pena dar uma olhadinha no que essas duas criaturas tem feito e descrito de suas vidas. Adorei o texto "As Chatas da aula".. Acredito que seja possível identificar algumas colegas, principalmente se vc for da turma do fundão como eu sempre fui...

Ótima Sexta-feira
beijinhos, Mi

Redes Sociais


As redes sociais tomaram a internet de assalto e transformaram a forma de relacionamento entre as pessoas. Com suas qualidades e defeitos, plataformas como o Facebook, Orkut e Twitter hoje fazem parte do cotidiano da maioria dos cidadãos conectados em todo o planeta. Mas, para fazer parte do mundo corporativo, esse tipo de tecnologia ainda precisa trilhar um longo caminho.


Entre as empresas, o desejo de tirar proveito das facilidades de comunicação proporcionadas pelas mídias sociais é grande. Ao menos em áreas como marketing, muitas empresas já possuem projetos que incluem uma maior interação com os participantes de comunidades online ou canais alternativos de contato com clientes por meio de aplicativos como o Twitter.

O problema desses sistemas, no entanto, está no nível de maturidade da tecnologia, que impede ações mais ousadas e estratégicas dentro das empresas. Tirar proveito da velocidade de comunicação de um Twitter ou da facilidade de contato do Facebook, por exemplo, ainda depende de ferramentas mais robustas e modelos de comercialização adequados.

Ao mesmo tempo, existe uma barreira cultural muito forte dentro das companhias em adotar ferramentas voltadas, primariamente, para consumidores finais. O mundo corporativo, nesse ponto, é muito conservador. Mas tem suas razões.

A primeira preocupação, sempre, é com segurança. “O Facebook, por exemplo, não é um lugar adequado para guardar informações corporativas”, afirma David Mario Smith, analista da consultoria Gartner, especialista na área de colaboração. Para Smith, é natural o movimento de entrada das redes sociais nas empresas. Mas, o analista ressalta que as opções atualmente disponíveis na internet não são ferramentas corporativas.

Desafios tecnológicos

Como no caso de qualquer outro software ou serviço voltado para o mercado corporativo, existem padrões e níveis de disponibilidade mínimos que precisam ser atendidos para as empresas poderem colocar o sistema em ambiente de produção. “Ferramentas gratuitas podem ser utilizadas em uma primeira fase, na qual as empresas testam o conceito”, afirma o consultor sênior da TGT Consult, Waldir Arevolo. Nas etapas seguintes, quando o sistema começa de fato a fazer parte do negócio, alguma garantia tem de ser oferecida.

Segundo Arevolo, ainda leva cerca de dois a três anos para que a tecnologia de redes sociais atinja um nível de maturidade aceitável para o ambiente corporativo. Mas as empresas devem demorar até cinco anos para entender e aceitar completamente o conceito. Smith, do Gartner, também acredita em, no mínimo, dois anos de prazo para a “maioridade” da tecnologia.

Enquanto isso, e diante da demanda, começam a surgir fornecedores de versões corporativas de plataformas muito conhecidas entre os usuários domésticos. Arevolo cita o Yammer, tipo de microblog, como o Twitter, que permite a troca de mensagens em ambiente controlado, próprio para as corporações. Na área de comunidades online, existe o Wiggo, plataforma de colaboração parecida com o Facebook, mas também voltada para companhias.

O mercado tende a presenciar um movimento forte de consolidação, segundo Arevolo, antes de atingir o grau de maturidade desejado pelas empresas. Grandes fornecedores, entre eles IBM, Oracle e EMC, devem adquirir empresas iniciantes ou mesmo agregar ferramentas de redes sociais em suas ofertas. “As grandes empresas de tecnologia vão oferecer ferramentas de redes sociais na modalidade de serviço, aproveitando a computação em nuvem”, afirma o analista.

Para Smith, são os grandes fornecedores, de fato, que vão massificar o uso de aplicativos de mídia social dentro das empresas. As start-ups que investem no mercado corporativo estão se colocando em uma boa posição para uma possível negociação de compra. E enquanto isso não acontece, as plataformas e aplicativos atualmente disponíveis na internet vão catequizando usuários e pressionando, cada vez mais, as empresas a modernizarem seus meios de comunicação. É um caminho sem volta.

Fonte: Computerworld 

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Aos Mestres com Carinho...


O dia de hoje é especial, e está repleto de lembraças, sorissos, brincadeiras e  amizades construídas no aprendizado do dia-a-dia. Agradeço aos mestres por todos os caminhos bem orientados, que hoje, me permitem dividir o pouco que sei com tantas pessoas.
Bom restinho de semana a todos!

beijinhos, Mi


Homenagem ao dia do professor

As bolas de papel na cabeça,
Os inúmeros diários para se corrigir,
As críticas, as noites mal dormidas...
Tudo isso não foi o suficiente,
Para te fazer desistir do teu maior sonho:
Tornar possíveis os sonhos do mundo.

Que bom que esta tua vocação,
Tem despertado a vocação de muitos.
Parece injusto desejar-te um feliz dia dos professores,
Quando em seu dia-a-dia,
Tantas dificuldades acontecem.
A rotina é dura, mas você ainda persiste.
Teu mundo é alegre, pois você,
Consegue olhar os olhos de todos os outros,
E fazê-los felizes também.

Você é feliz, pois na tua matemática de vida,
Dividir é sempre a melhor solução.
Você é grande e nobre, pois o seu ofício árduo lapida,
O teu coração a cada dia,
Dando-te tanto prazer em ensinar.

Homenagens, frases poéticas,
Certamente farão parte do seu dia a dia,
E quero de forma especial, relembrar
A pessoa maravilhosa que você é.
E a importância daquilo do seu ofício.
É por isto que você merece esta homenagem
Hoje e sempre, por aquilo que você é.
E por aquilo que você faz.
Autor: (Desconhecido)

FELIZ DIA DO PROFESSOR!!


quinta-feira, 8 de outubro de 2009

As mídias sociais e a autênticidade das Marcas


Construir uma presença relevante a partir de uma base autêntica é o grande desafio para as marcas nas mídias sociais. Esta é a opinião de Mike McGraw, um dos palestrantes do MaxiMídia 2009. "O que pedimos é que as empresas não mintam. E, se tiverem algum problema, que digam o que estão fazendo para resolvê-lo", sugeriu.


Para ele, um dos pontos mais críticos é o da relevância. "A grande batalha é fazer a história dos produtos ir para a esfera de atenção das pessoas e com elas interagir", salientou. O problema é conseguir driblar o congestionamento na disputa pela atenção dos consumidores. "Nos últimos 30 anos o total de mensagens que mencionam marca as quais está exposto um individuo saltou de 500 para 5 mil por dia", comparou.

Na opinião de McGraw, a equação fica ainda mais complexa quando se considera que grande parte - metade, segundo ele - das campanhas em mídia social fracassou e algumas empresas estão proibindo ou limitando o envolvimento de seus funcionários e colaboradores.

Entre os principais pecados das campanhas de mídia social listados por McGraw estão o de "fantasiar a publicidade de conteúdo gerado pelo consumidor". "Ninguém cai nessa", alertou, condenando a "colocação forçada de produtos" em contextos nem sempre pertinentes à marca. Além dessas, a falha fatal seria "esperar que os consumidores se importem com a agenda das marcas".

Citando exemplos de fracassos do mercado norte-americano, McGraw adotou um tom de aprendizado e não, simplesmente, de crítica: "Não estou chicoteando as empresas que passaram por isso, muito pelo contrário, eu até as aplaudo. Como elas foram pioneiras, aprenderam lições importantes e ensinaram todos nós o que não devemos fazer".

Ainda analisando a realidade norte-americana, McGraw considerou que a revolução da mídia social já aconteceu. Diante disso, recomenda às marcas: "É preciso estar lá, ser relevante e útil".

Participando do seminário como debatedor, João Daniel Tikhomiroff, presidente da Mixer, falou sobre as fronteiras entre o entretenimento de marca e a mídia social no Brasil. "Nosso mercado é atípico. Sua condição diferenciada, que se manterá não sei por quanto tempo, facilita o trabalho da mídia", comentou.

Questionado pelo moderador Daniel Chalfon, diretor de mídia da MPM, sobre quais as melhores maneiras de calcular o retorno sobre o investimento nas mídias sociais, McGraw disse que a boa notícia é que estão surgindo ferramentas mais refinadas de monitoramento.

Segundo ele, como há centenas de maneiras de mensurar o retorno, que vão da lembrança de marca até o "clique aqui", é preciso definir, em comum acordo entre agência e anunciante, quais variáveis serão levadas em conta. Para complementar, ele sugere que a presença nas rede sociais não seja restrita, mas sim integrada.

Como as mídias sociais expõem as marcas a falarem, mas também a ouvirem, McGraw disse que ao ser detectado um problema a marca deve entrar na conversa para entendê-lo melhor. "Mesmo as empresas que estão surpresas ou amedrontadas devem participar das conversas, senão não vão entender as mídias sociais", alertou.



Gleydis Salvanha, diretora de mídia da Y&R, concordou que as empresas precisam se engajar, ser transparentes e estarem prontas para ouvirem o que não querem. Ela lembrou ainda que a maioria das marcas não começa um relacionamento do zero nas mídias sociais. "Há um estoque construído nos meios tradicionais", ressaltou. Para ela, existem três palavras mágicas para reger a postura das marcas nestes ambientes: relevância, conteúdo e engajamento.

A coexistência dos meios


Com a internet no centro das discussões e dos planejamentos de comunicação tidos como inovadores, pouco se houve falar na importância de se levar a inovação para os diferentes meios. A necessidade de manter a marca conectada com os consumidores através de variados canais, porém, foi levantada durante o painel "Implementando conceitos e inovando no mundo da comunicação", durante o MaxiMídia 2009.


Segundo Maria Luisa Lopez, diretora de mídia da Unilever Brasil, cada vez mais é preciso investir em mídia de relacionamento tratando o consumidor como uma pessoa e não como um alvo. Para tanto, a executiva defendeu o fato de que todas as mídias têm sua função e todos os canais merecem receber atenção e inovação.

"Usar com criatividade e transparência todos os pontos de contato disponíveis é trabalhar para que as pessoas ajam em favor da sua marca. Não podemos mais criar necessidades, mas sim responder as demandas detectadas atingindo todo e qualquer consumidor", colocou Maria Luisa. Para ela, não faltam oportunidades nem meios de se mostrar inovador, mas as marcas precisam ter mais coragem para colocar em prática as boas idéias que surgem.

Para Flávia da Justa, diretora de comunicação da Oi, as barreiras demográficas também começam a ser derrubadas. Para exemplificar a constatação, Flávia disse que a operadora precisa atingir todos os consumidores - seja por meio da televisão, da internet ou dos veículos impressos -, uma vez que, por exemplo, o consumo de serviços de valor adicionado (como a compra de ringtones) é percebido em qualquer que seja a classe social. "Cada vez mais a comunicação tem que estar focada em emoção e desejos do que no aspecto demográfico. Não raro o cliente deixa de usar o celular para falar e poder compra o ringtone que deseja. São serviços que todos consomem se for o que querem consumir", comentou.

Ainda segundo Flávia, a Oi tem como princípio coordenar a mídias própria, paga e orgânica sempre através da propagação de conteúdo. "Na Oi não costumamos fazer campanhas institucionais, pois acreditamos que para fazer parte, de fato, da vida das pessoas precisamos entregar relevância.

E a melhor maneira de fazer isso é oferecendo conteúdo que reúne características como interatividade, integração e multiplataforma", contou. Como exemplo, a executiva citou as ações da companhia em eventos de moda, esportes, música e cultura. "Conseguimos revolucionar um meio super tradicional como o rádio através da Oi FM. Com ela estamos presentes em dez cidades diferentes com programação customizada para cada uma a linguagem adequada para cada público", lembrou.

Transformar serviços já oferecidos ou criar novas ofertas também faz parte do desafio trazido pela maior disseminação da comunicação. De acordo com Paulo Castro, diretor geral do Terra Brasil, é preciso que as marcas acompanhem o comportamento das pessoas através das redes sociais e comentários, por exemplo. Para ele, é por meio das críticas e do contato direto que se torna possível reverter uma situação ruim ou adequar um produto.


"Recentemente, a análise dessas sugestões e críticas postadas pelos consumidores nos ajudou a adequar o serviço de música Sonora. Com a falta de adesão alteramos o layout e modelo de assinatura, mas os usuários mais antigos acabaram desagradados. Procuramos, então, ouvir o que eles tinham a dizer para, aos poucos, adequar o produto e reconquistá-los", contou. Hoje o Sonora conta com cerca de três milhões de usuários e um catálogo de mais de um milhão de músicas. "O que a internet fez foi derrubar o marketing vazio e obrigar as marcas a inovarem a sua forma de se comunicar com os consumidores se tornando mais próximos e inovadores em qualquer que seja o meio", opinou Castro.
 

Doutorado em Comunicação e Linguagens



Demorou, mas saiu...

Para quem quer fazer parte do mundo acadêmico... fica a dica...
Doutorado em Comunicação e Linguagens na Universidade Tuiuti do Paraná.
Fiz o mestrado nesta linha e amei... tanto que o resultado da minha pesquisa virou livro, "Webmarketing: processos interativos no site Barbie.com".
Boa sorte!!
bjs, Mi

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Seminário Internacional de Comunicação PUCRS 2009




Divulgando mais um evento importanssímo da área de Comunicação, do qual mais uma vez irei participar, com o  Artigo "Estratégias publicitárias na web 2.0", no GT de Publicidade e Propaganda. Convido a todos os acadêmicos, colegas e pesquisadores da área para participação no evento, que acontecerá entre os dias 3 e 5 de novembro de 2009, na PUCRS.